Les tendances marketing étant de plus en plus axées sur l’authenticité et l’interaction réelle avec le public, le contenu généré par les utilisateurs (CGU) est devenu un outil essentiel. Sur TikTok, Instagram et d’autres réseaux, nous voyons des marques tirer parti du contenu spontané des utilisateurs pour créer une connexion authentique et avoir un impact plus direct. Dans un environnement où la confiance des consommateurs est cruciale, l’UGC apparaît comme une stratégie précieuse pour accompagner ces changements.
Comprenons ce qu’est l’UGC et comment il façonne le marketing numérique aujourd’hui.
L’UGC, ou contenu généré par les utilisateurs, est l’ensemble du contenu créé et partagé par les utilisateurs, et non par les marques elles-mêmes. Il s’agit des messages, des commentaires, des photos, des vidéos, des critiques et même des mèmes que les gens produisent à propos d’une marque ou d’un produit. En fait, il s’agit de toute forme de contenu créé par les consommateurs et partagé spontanément sur les réseaux sociaux, les blogs ou les plateformes d’évaluation.
1. Authenticité : les CGU sont considérés comme plus authentiques et plus dignes de confiance que les contenus générés par les marques, car ils proviennent d’autres personnes qui ont utilisé le produit ou le service. Des études montrent que les consommateurs font davantage confiance aux recommandations d’autres utilisateurs qu’aux messages publicitaires des marques.
2. Engagement : le contenu généré par l’utilisateur peut encourager davantage d’interactions et de discussions, car les gens se sentent plus proches. La visibilité et la pertinence de la marque sur les réseaux sociaux s’en trouvent accrues.
3. Effet social : le fait de voir d’autres personnes utiliser un produit et en parler crée un effet social qui incite le consommateur à essayer le produit lui aussi.
4. Rentabilité : les CGU constituent souvent une forme de publicité gratuite pour la marque, qui peut capitaliser sur ces contenus dans des campagnes et des réseaux sociaux, réduisant ainsi le coût de production de nouveaux matériaux.
– Commentaires et évaluations : sur des sites tels que Yelp, TripAdvisor ou même Amazon, les consommateurs donnent leur avis sur des produits ou des services. Ces avis aident les nouveaux consommateurs à prendre des décisions d’achat.
– Photos et vidéos de clients : des marques telles que Starbucks et GoPro encouragent les consommateurs à publier des photos ou des vidéos de leurs produits en utilisant des hashtags spécifiques. En retour, ces utilisateurs peuvent voir leur contenu partagé sur les réseaux sociaux officiels de la marque.
– Défis et hashtags : sur TikTok et Instagram, les marques lancent des défis ou des campagnes avec des hashtags pour inciter les utilisateurs à participer. Un exemple classique est le #IceBucketChallenge, qui a été créé pour une cause sociale mais qui impliquait également des marques.
– Contenu de déballage : les vidéos de déballage, dans lesquelles les utilisateurs montrent le processus d’ouverture et d’essai d’un produit pour la première fois, sont devenues extrêmement populaires sur YouTube et Instagram. Ces vidéos génèrent une attente et une anticipation de ce que le consommateur peut attendre du produit.
Avec la croissance de l’UGC, certaines personnes y ont vu une opportunité de monétiser. Les créateurs de contenu, notamment sur les réseaux sociaux, se consacrent à produire des photos, des vidéos et des avis que les marques peuvent utiliser dans leurs campagnes. L’authenticité et la spontanéité des contenus générés par les utilisateurs ont séduit les marques, qui voient dans ce format un moyen efficace de se connecter avec le public.
Les influenceurs et les consommateurs ordinaires sont désormais souvent payés par les marques pour créer du contenu qui présente des produits réellement utilisés, devenant ainsi des ambassadeurs de la marque sans que le contenu apparaisse explicitement comme publicitaire. Cette tendance reflète l’importance croissante de l’UGC dans le marketing numérique.
L’UGC améliore non seulement la visibilité et la confiance dans une marque, mais donne également aux consommateurs une voix active, créant ainsi une relation plus étroite entre eux et les marques. Ainsi, il devient un outil essentiel pour les entreprises qui souhaitent non seulement attirer de nouveaux clients, mais également créer des liens et un engagement durables de manière plus « organique », même lorsque le contenu est payant.
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CIMAAL – Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Conflitos de Consumo do Algarve. Abrange municípios do distrito de Faro.
Morada: Ninho de Empresas, Edifício ANJE, Estrada da Penha, 3º andar, sala 26, 8000 Faro;
Tel. 289823135
E-mail: cimaal@mail.telepac.pt
Website: www.consumidoronline.pt
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